As lindas bijoux de Claudia Arbex

Você, minha amiga +50, gosta de peças de bijuteria ou só usa joias? E outra pergunta: colares, anéis e pulseiras fininhos ou ousa em acessórios statements?

Se você aprecia uma bela bijoux de alta qualidade, eis mais uma loja para visitar antes de fechar sua próxima compra: abriu uma Claudia Arbex no Shopping Pátio Higienópolis (SP) e as opções estão belíssimas.

eai50-claudia-arbex-aneis

Nesse mesmo shopping, para melhorar , há uma loja Camila Klein, marca conhecida de longo tempo, cujas peças têm acabamento e design primorosos. Tenho diversos artigos dela que continuam perfeitos mesmo após anos da compra.

eai50-claudia-arbex-colares

O interessante é que essas duas designers têm em comum uma estética bem parecida: peças com cristais Swarovski, uso de metais sem níquel (elemento que pode dar alergia de contato), muito rebuscamento e ousadia nas montagens. A maioria das bijoux são statement – grandes, “aparecidas”- mas também dá para encontrar alguns itens delicados.

eai50-claudia-arbex-brincos

Os preços são altos, sim. Aliás, os da Camila Klein são mais elevados que os da Claudia Arbex. Porém, as peças das duas são lindíssimas e muito exclusivas, você vê pelo material e detalhes que são itens de qualidade superior.

Com +50 precisamos priorizar qualidade em tudo que usamos, não dá para sair com algo de condição duvidosa.

eai50-claudia-arbex-pulseiras

Você só usava joias? Pois considere dar uma chance a estas bijoux de primeiro mundo com desenho nacional.  #apaixonantes

[Fotos: site Claudia Arbex; escolha das peças e montagem: Eai50]

leia-moda-op2

Impermanência

Esta semana ficamos frente a frente com a constatação da impermanência; não há nesse conceito nenhuma novidade. Diga-se de passagem, morrer é a única certeza que temos durante a vida, e mesmo assim é um dos mistérios mais difíceis de compreender e aceitar.

Quando nos deparamos com a morte de pessoas idosas, que já viveram muito e percorreram um longo caminho de aprendizado e realizações, talvez tenhamos um pouco mais de disponibilidade em acolher essa ideia; mas o mesmo não acontece quando pessoas jovens, recém ingressas na vida adulta, partem de maneira inesperada. Presenciamos a comoção e a dor que a partida desses jovens jogadores e jornalistas causou em todos nós, independente de sermos ou não fãs do futebol. Pessoas que partem cedo desta jornada parece que deixam apenas um esboço do que viriam a ser, experimentam apenas um pouco de todos os sabores da vida, ensaiam passos que não poderão apresentar. É como se fossem retirados do imenso salão quando a orquestra mal começou a tocar, a festa apenas se anuncia, o melhor ainda está por vir.

flores

De qualquer maneira fatos como esse nos fazem repensar a forma como estamos vivendo nossas vidas. Há quem diga que somos viajantes do tempo e do espaço, estamos aqui de passagem, viemos com o objetivo de vivenciarmos uma série de coisas e aprendermos com isso, para depois voltarmos para casa. Seja lá qual for a nossa crença, é certo que estamos de passagem, que um determinado dia vamos partir, e que todos ou outros incontáveis dias nos é dado viver.

Viver insinua uma experiência subjetiva, relativa, que traz em si um prisma de cores e nuances diferentes para cada um de nós. Há os que se dispõe apenas ao feijão com arroz de cada dia, o cumprir o trajeto percorrido e conhecido, os “certinhos” que batem ponto no cartão da vida. E lá vem Chico Buarque cantarolando na minha memória …”todo dia ela faz tudo sempre igual, me sacode às seis horas da manhã, me sorri um sorriso pontual, e me beija com a boca de hortelã.”

Há também os sonhadores, que não aceitam a descrição do mundo tal qual ele se apresenta, que imaginam que deve haver uma outra maneira, um outro lugar, um outro aroma, sabor, temperatura, os inquietos por natureza e convicção. Os que se aventuram para além dos muros e cercas, que pintam a cara, o cabelo, o corpo, que misturam tintas sempre em busca da descoberta de novas tonalidades.

feliz

Há o ateu e o crente, e há também quem viva a vida não acreditando em nada, graças a Deus! Há quem junte dinheiro e quem junte esperança, há quem invista em ações e quem invista em relações, há o que coleciona mágoas e o que coleciona momentos, quem se aventura e quem se esconde, quem se declara e quem se protege. Alguns vivem a vida transpirando emoção, gostam de pele, de toque, beijos e abraços; outros são reservados, racionais, mantem-se distantes, preservam-se.

Mas no frigir dos ovos, no momento da travessia da ponte que nos levará para a outra margem do rio, o que levaremos daqui? Qual o peso ou a leveza de nossa bagagem? Se acaso alguém estiver nos esperando do outro lado, o que teremos para contar? O que teremos para compartilhar?? O que diremos a nós mesmos quando o silêncio deste mundo nos envolver? Tomara possamos viver de tal maneira a própria vida que tenhamos muitas e boas estórias para contar!

travessia

leia-comportamto-11

A Roda da Vida

A vida é, definitivamente, dinâmica. Cada mudança nos traz novos fatores para analisar, novas formas, novas possibilidades. E é bom que seja assim. No entanto… Como resistimos às mudanças, mesmo quando elas são necessárias, mesmo quando dizemos gostar delas! A razão é muito simples: inércia, medo do novo, hábito do velho.

cat

Nos acomodamos como gatos em um velho sofá de uma casa e somos capazes de passar lá uma vida inteira, a não ser que a Vida nos jogue para fora, quer por excesso de dor, quer por algum imprevisto, por uma circunstância nova que se impõe e nos obriga a reagir, sem sequer poder argumentar. Assim é. E lá vamos nós, meio contrariados, meio contrafeitos, a contragosto, rumo ao desconhecido, esse, aparentemente, eterno inimigo que nos espreita de olhos semicerrados.

Pois é aí que mora o erro. A mudança não é necessariamente ruim, nem o desconhecido é inimigo. Dependendo da forma como se encara, o desconhecido é, na verdade, um grande aliado. É ele que traz emoção à vida, uma certa surpresa, um toque de pimenta no dia a dia já macerado por excesso de uso e de repetição.

Como fazer, então, para transformar mudanças indesejáveis em motores de realização?

o-tarot-capa

Primeiro: Analisar. Há algum aspecto positivo nesta nova condição? Qual? Há algum aspecto negativo? Qual? É possível estimular o positivo e neutralizar o negativo?

Segundo: ver-se como co-criador. De alguma forma eu desejei essa/alguma mudança, através de pensamentos, palavras ou atos?

Terceiro: Graças a essa nova condição posso me aproximar daquilo que desejei? Posso, através dessa mudança, criar algum aspecto mais positivo na minha vida?

A Vida é plena de potencialidades, de possibilidades. Olhar para elas com um sorriso nos lábios, de braços abertos, é talvez a melhor forma de existir.

corpo22